São condições que afetam as articulações, causando dor, rigidez, inchaço e dificuldade de movimento. A osteoartrose é a forma mais comum, resultando do desgaste da cartilagem.
Envelhecimento, desgaste natural, lesões, excesso de peso, uso repetitivo das articulações e predisposição genética.
Dor articular (relacionada com o movimento), perda da mobilidade, rigidez (<30 minutos), crepitação nos movimentos.
Em regra o diagnóstico baseia-se nas manifestações clínicas, com sinais e sintomas típicos, e nos achados em exames imagiológicos. Os exames imagiológicos podem ajudar a confirmar o diagnóstico, sendo o exame habitualmente requisitado a radiografia. Mas, outros exames poderão ser necessários em situações particulares, como a ecografia ou tomografia computorizada. As análises laboratoriais caracteristicamente não apresentam alterações.
O tratamento da osteoartrose envolve medidas tanto farmacológicas como não farmacológicas e dirige-se sobretudo à melhoria dos sintomas. No âmbito dos tratamentos farmacológicos incluem-se tratamentos tópicos, orais ou intraarticulares. Como tratamento não farmacológico, são opções a ter em consideração fisioterapia, exercícios específicos, controlo do peso e, em casos mais graves, cirurgia.
Acupuntura, terapias de calor e frio, massagem, suplementos e práticas como yoga ou tai chi.
Sim. Manter um peso saudável, praticar atividade física regular, evitar lesões e ter uma alimentação equilibrada ajudam a proteger as articulações.
Não diretamente, mas a predisposição genética pode aumentar o risco.
Não. A Osteoartrose é degenerativa e a Artrite é uma inflamação nas articulações que causa dor, edema, rigidez (tipicamente matinal) e redução da mobilidade.
Atividades de baixo impacto, como caminhada, natação, ciclismo, alongamentos e fortalecimento muscular.